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Mounjaro e canetas: ferramenta não é estratégia

A medicação pode facilitar o processo. O que você constrói durante ele é o que importa.

O que a caneta faz e o que ela não faz

Medicamentos como a tirzepatida podem ser ferramentas importantes no tratamento da obesidade e do excesso de peso, quando bem indicados e acompanhados pelo médico. Mas reduzir o apetite não organiza a alimentação sozinho.

A caneta não treina por você, não garante a sua proteína, não preserva o seu músculo e não constrói a sua rotina.

Prato com proteína grelhada, legumes, verduras e frutas

O risco de emagrecer perdendo músculo

Comer muito pouco, sem proteína suficiente e sem treino de força, pode levar a perder músculo junto com a gordura. E músculo, depois dos 40, é exatamente o que precisamos preservar.

O objetivo não deveria ser só pesar menos. É perder gordura, preservar músculo, cuidar da saúde e construir hábitos que continuem fazendo sentido quando a medicação acabar.

Onde a nutrição entra

Durante o uso da medicação, o acompanhamento nutricional ajuda a garantir proteína e nutrientes com menos apetite, organizar as refeições, acompanhar a composição corporal e preparar a rotina para depois.

  • Caneta pode fazer parte do tratamento.
  • Ela não substitui o tratamento.

Conteúdo elaborado com apoio de inteligência artificial a partir das publicações e dos materiais da nutricionista Patrícia Sivieri (CRN 30365). Não substitui a consulta individual.

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Na avaliação, a Patrícia olha para a sua história, seus exames e sua composição corporal antes de qualquer orientação.